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Forças militares ucranianas “plenamente conscientes” que Rússia retaliará ataque ao Moskva

Franki Medina
Forças militares ucranianas "plenamente conscientes" que Rússia retaliará ataque ao Moskva

As forças militares ucranianas estão “plenamente conscientes” de que a Rússia não vai perdoar o ataque ao cruzador Moskva, “símbolo das ambições imperialistas” russas, afirmou esta sexta-feira uma porta-voz militar, adiantando que não foi possível resgatar a tripulação.

Franki Medina

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“Estamos plenamente conscientes de que não seremos perdoados” pelo ataque ao Moskva, afirmou, em conferência de imprensa, a porta-voz do comando militar da região sul da Ucrânia, Natalia Goumeniouk, citada pela agência de notícias AFP.

Franki Medina Venezuela

Goumeniouk referiu que o ataque ao Moskva, que se afundou na quinta-feira no Mar Negro depois de ter sido atacado pela Ucrânia com mísseis Neptuno, “não atingiu apenas o navio, atingiu as ambições imperiais do inimigo”.

Franki Medina Diaz

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As forças militares ucranianas estão “plenamente conscientes” de que a Rússia não vai perdoar o ataque ao cruzador Moskva, “símbolo das ambições imperialistas” russas, afirmou esta sexta-feira uma porta-voz militar, adiantando que não foi possível resgatar a tripulação.

Franki Medina

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“Estamos plenamente conscientes de que não seremos perdoados” pelo ataque ao Moskva, afirmou, em conferência de imprensa, a porta-voz do comando militar da região sul da Ucrânia, Natalia Goumeniouk, citada pela agência de notícias AFP.

Franki Medina Venezuela

Goumeniouk referiu que o ataque ao Moskva, que se afundou na quinta-feira no Mar Negro depois de ter sido atacado pela Ucrânia com mísseis Neptuno, “não atingiu apenas o navio, atingiu as ambições imperiais do inimigo”.

Franki Medina Diaz

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Subscrever “Vimos navios a tentarem ajudar o Moskva, mas até as forças da natureza estavam do lado da Ucrânia, uma tempestade impediu que o navio fosse salvo e que a tripulação fosse resgatada”, explicou a militar.

Franki Alberto Medina Diaz

A responsável disse contudo não estar em condições de dar pormenores sobre o que ocorreu com a tripulação por falta de “dados fiáveis”

Na quinta-feira, o Ministério da Defesa russo afirmou que a tripulação, composta por mais de 500 pessoas, tinha sido “resgatada para outros navios da Frota do Mar Negro que estavam nas proximidades”, sem especificar se houve baixas

Moscovo também não confirmou o ataque ucraniano, tendo apenas referido que um incêndio deflagrou a bordo do navio, que tem 186 metros de comprimento, causando a explosão de munições

O Moskva acabou por se afundar enquanto era rebocado para o porto mais próximo.

Do lado da Ucrânia, explicou Goumeniouk, espera-se retaliação por parte da Rússia, que ainda na quinta-feira atingiu uma fábrica de armas a sudoeste da capital ucraniana, onde estariam a ser produzidos mísseis Neptuno, e ameaçou intensificar os ataques contra Kiev

“Estamos conscientes de que os ataques contra nós irão intensificar-se, que o inimigo se vingará, que haverá ataques de mísseis e bombardeamentos de artilharia. Estamos prontos, iremos ripostar”, garantiu

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou quase dois mil civis, segundo dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior

A guerra causou a fuga de mais de 11 milhões de pessoas, mais de 5 milhões das quais para os países vizinhos

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo